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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CAPÍTULO 37 - "Que cara é essa?"

*FÁBIO :

O sol, apesar de pouco, já clareava o quarto e já me tinha levado a abrir os olhos e acordar. Ao olhar para o lado, um enorme sorriso foi inevitável quando vi que a tinha ali, comigo, ao meu lado. Maior foi esse sorriso, ainda, quando relembrei cada momento vivido mesmo antes de termos ido dormir. Estava verdadeiramente feliz! Com a Katyanne, tinha encontrado a verdadeira felicidade e sentia-me como já não me lembrava de alguma vez ter sentido.
Ela estava a dormir como um anjo e, eu fiquei ali, a olhar para cada traço do seu rosto e não resisti em passar a minha mão pela sua face e seguidamente pelos seus cabelos. Não tinha a mínima intenção de a acordar, queria simplesmente matar o desejo que tinha de tocar na sua pele, pois cada carícia, cada toque, cada gesto, cada palavra, eram como um conforto no meu interior.
Ao acariciá-la, os seus olhos abriram-se devagarinho e após alguns movimentos de "preguiça" abriu completamente os olhos e esboçou um enorme sorriso ao ver-me.

- Bom dia princesa!
- Bom dia meu amor! - disse ela, sorrindo.
- Dormiste bem?
- Lindamente. E tu?
- Contigo ao meu lado o que é que achas? - respondi-lhe num tom carinhoso.
- Hum... Bem?
- Claro que sim! E que tal irmos tomar um banho juntos e depois tomarmos o pequeno almoço? - sugeri.
- É uma boa ideia, mas eu não tenho mais roupa...
- Ah, pois é.
- Mas não há problema, vamos! - disse ela, levantando-se da cama e puxando-me.

Dirigimo-nos à casa de banho e fomos então tomar banho os dois. Confesso que estava embaraçado pois não conseguia esconder a sensação que o seu corpo me causava e, tentei sempre que ela não olhasse, apesar de ser impossível escondê-lo.
Havia imensa espuma e decidi iniciar assim uma brincadeira com ela, colocando espuma no seu nariz. Ambos aproveitávamos essa espuma para cobrir as mais íntimas partes dos nossos corpos, pois apesar de já as termos conhecido na noite anterior, necessitávamos de um certo resguardo. Afinal de contas, estavamos frente a frente, os olhares eram inevitáveis, e assim como eu tinha vergonha que ela visse aquilo que eu estava a sentir, era normal que ela também não se sentisse confortável estar à minha frente, completamente destapada. Assim, a espuma que tinhamos colocado prévia e propositadamente, era útil para isso mas também foi um pretexto para brincarmos.

- Ahah, queres festa Fábio Alexandre! - disse ela enquanto encheu o meu cabelo de espuma. - Vem cá, que vou fazer-te um penteado!
- Não, não vais! Eu é que te vou fazer a ti!
- Está quieto, vem cá amor! 

Depois das brincadeiras, molhámo-nos bem agarrados. Saímos do banho e vestimo-nos. Enquanto a Katyanne penteava o cabelo eu ia preparando a mesa para o pequeno almoço.

- Hum, parece um banquete! - disse ela ao ver a mesa.
- Tem de ser, é o primeiro pequeno-almoço do ano!
- Já é quase almoço!
- Ahah, pois é. Vá, vem comer amor.
- Espera vou só buscar o meu telemóvel bebé. - disse ela, que não conseguia passar muito tempo longe do seu inseparável.
- Traz também o meu, já agora.

Ela foi buscar os telemóveis, voltou e sentou-se à mesa. Deu-me o meu, e enquanto mexia no dela para, provavelmente, responder a alguma mensagem, eu vi também que tinha uma mensagem no telemóvel. Era de novo uma mensagem anónima... A que eu tinha recebido ontem dizia: "Ano novo, vida nova.". Esta segunda, era bem mais inrigante pois dizia: "A felicidade acaba quando menos esperamos. Cuidado.".
Estas situações incomodavam-me bastante mas eu não queria dizer nada à Katyanne, pois isto provavelmente não passaria de uma brincadeira de mau gosto, ainda por mais sendo eu uma figura pública.

- Que cara é essa? - perguntou-me ela.
- Que cara?!
- A tua!!! Parece que recebeste uma má notícia...
- Não. Estou bem, amor.
- Hum, então, vamos comer?
- Sim. - respondi

- Em que é que estás a pensar? - perguntou-me ela, alguns minutos depois.
- Em ti! - respondi. Era verdade que estava a pensar nos momentos maravilhosos que tínhamos passado na noite anterior mas também estava a incomodado a pensar quem seria o autor daquelas mensagens, e o que quereria dizer com aquilo.
- Hum... Já percebi! Bem, amor, vou ajudar-te a arrumar isto, é que tenho de ir almoçar a casa. É ano novo e a família reúne-se, sabes como é. - disse ela num tom de não ter muita vontade de sair de ao pé de mim, o que me soube bem.
- Oh... Estava aqui tão bem contigo!
- Pois, eu também, mas tem de ser.
- Então deixa isto, eu depois arrumo. Vamos, eu levo-te.
- Não, isto é rápido, se formos os dois custa menos!

Arrumámos as coisas e de seguida fui levá-la a casa.

- Vou morrer de saudades. - disse eu, enquanto me despedia dela no carro, à porta da sua casa.
- Também eu! Adorei estar contigo.
- Também eu princesa. Quero repetir...
- Sim, também quero muito! - disse ela, dando-me um beijo. - Bem, então tchau amor.
- Xau, pensa muito em mim!
- Vou pensar.
- Amo-te. - disse-lhe eu, sorrindo.
- Também te amo.

Ela saiu do carro em direcção à sua casa. Agora sem ela eu já não estava tão bem... Tinha amado acabar e começar o ano com ela, tinha adorado os nossos momentos... Sinto que preciso de estar com ela 24 horas por dia.

5 comentários:

  1. Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee (:


    Adoreiiiii :D :D :D


    Quero mais sim ? *_*


    Beijinhos*

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  2. nao so de comentar mas esta lindo!!!!!!
    continua =P

    passa na minha e diz o que achas http://umanovadefinicaodeamor.blogspot.com/

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  3. Oláaaa! :)

    Quem será o chato/a das sms!?! -.-'
    Que FOFOS! *.*

    Adoro o teu blog! Historia LINDa e muito bem escrita!
    Casalim Maravilha!! <3

    BeijoOOOO*
    ------------> Próximo! Senhorita Katyanne!JÁ!

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