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segunda-feira, 20 de junho de 2011

CAPÍTULO 20 - Apresentação aos pais do Fábio

O meu dia de anos tinha sido óptimo! A minha família tinha adorado o Fábio, e ele também tinha gostado muito deles. Eu estava cada vez mais segura, e o Fábio também. Ele estava mesmo muito feliz por eu ter dado o passo de o apresentar à minha família, e estava cada vez mais decidido em apresentar-me à família dele.
Alguns dias depois, ele voltou a pedir-me para ir conhecer a família dele.

- Katyanne... Agora que já tens 18 anos, achas que já estás preparada para conhecer a minha família? - perguntou-me.
- Eu acho que sim... Tu também já conheces a minha, não vejo porque não...

Ele sorriu, e abraçou-me. Combinámos então que eu fosse jantar a casa dos pais dele no dia seguinte.
Conversei com os meus pais, e eles aceitaram que eu fosse.

- Os meus pais vão adorar-te! - disse o Fábio.
- Espero que sim... Estou nervosa.
- Porquê?
- Tenho receio que eles não pensem bem de mim... Não sei, podem achar que quero aproveitar-me ou algo do género. - disse eu.
- Katyanne, eles não são assim... E é assim, se eu visse que tu eras dessas, não me aproximava de ti. Eu adoro-te e sei que não estás comigo por interesse. Sei que gostas de mim! E eles confiam em mim... Sabem que se eu lhes apresentar a minha namorada, é porque ela é mesmo uma pessoa muito especial...

Sorri e apertei a mão dele.

- Gosto tanto de ti Fábio... Fazes-me tão feliz!

No dia seguinte, acordei super ansiosa. Estava preocupada com o que havia de vestir, com a imagem que iria passar, com o que eles iriam pensar de mim.

"Can we pretend that airplanes in the night sky are like shooting stars. I could really use a wish right now, a wish right now, a wish right now..."

- Estou?
- Estou, amor. Olha, às sete e quarenta e cinco vou buscar-te a casa, está bem? - perguntou-me o Fábio.
- Sim.
- Então não te atrases, linda.
- Olha... como é que achas que me devo vestir? - perguntei.
- Oh minha tonta, gosto de ti de qualquer forma! Veste uma coisa simples, eu adoro todas as tuas roupas.
- Ahah, obrigado pela ajuda oh feio! Então até logo. Beijinho grande.
- Beijinhos, adoro-te muito.
- Eu também.

Demorei cerca de meia hora para escolher o que haveria de vestir, e comecei a preparar-me antempadamente. Não queria ir muito "espampanante" mas queria ir agradavelmente bonita.


De: Amor :$
" Estou a chegar."


- Mãe, o Fábio está a chegar. Até logo.
- Até logo, juízo! Não venhas tarde! - disse-me ela.
- Sim, descansa mãe.
- Porta-te bem e não te estiques com as horas! - disse o Hugo.
- Sim senhor paizinho!

Fui para a porta e o Fábio já estava a chegar. Entrei no carro.

- Olá. Que cara é essa? - perguntei.
- Estás... Estou sem palavras!
- Estou assim tão mal ?!
- Estás perfeita!!!
- Assim fico sem jeito! - disse-lhe envergonhada.
- Juro, estás linda!
- Obrigado... Bem, vamos andando?

Chegámos à casa dos pais do Fábio, uma vivenda muito bonita. Ele abriu o portão, e os pais dele vieram receber-nos à porta.

- Olá, boa tarde. - disse eu.
- Boa tarde querida. - cumprimentou-me a mãe do Fábio.
- Boa tarde. - cumprimentou-me o pai dele.
- É a Katyanne, a minha namorada. - disse o Fábio.
- O Fábio fala-nos muito de ti! - disse a mãe dele.
- Espero que não seja mal!
- Claro que não!
- Isso era impossível! - disse ele.
- Bem, vamos entrar? - disse o pai do Fábio. - Põe-te à vontade.

Entrámos e fomos para a mesa. A mãe do Fábio foi buscar os tabuleiros à cozinha, e sentou-se também.

- O meu filho tem muito bom gosto! - disse a mãe do Fábio.
- Obrigada! - disse eu.
- Pois é filho, arranjaste uma rapariga muito bonita!
- Claro pai, se não fosse bonita eu não gostava dela! - disse ele em tom de brincadeira, fazendo todos se rirem.
- Já sei que fizeste anos há uns dias. Os meus parabéns, apesar de atrasados. - disse a mãe do Fábio.
- Muito obrigada!
- Então e quantos fizeste? - perguntou-me o pai dele.
- Pai! Não se pergunta a idade às senhoras. - interrompeu o Fábio.

Fiquei aflita. Comecei a mexer no cabelo, e olhei para o Fábio com um ar assustado. Tinha medo de dizer. Tinha medo que me achassem muito nova e que pensassem que eu ainda não sabia o que queria e não era a pessoa ideal para o filho deles.

- Ah, pois é! Tens razão filho! - respondeu-lhe o pai.
- Fiz dezoito! - soltei repentinamente. Era a minha idade, eu tinha que responder. Não iria mentir, não adiantava. Pensassem o que penssassem, eu e o Fábio éramos felizes.
- Tão novinha! - disse a mãe dele com um ar ternurento. - O importante é que gostem um do outro e se respeitem.
- Sim, e eu gosto mesmo muito do vosso filho. - respondi.
- Dá para ver que sim querida. - respondeu-me a senhora.
- Então e vocês já namoram há quanto tempo? - perguntou-me o pai dele.
- Vamos fazer cinco meses no dia 20. - respondeu o Fábio rapidamente.
- Então filho, as mulheres é que sabem essas datas certas! - disse o pai dele.
- Não tem mal nenhum! Mostra que ele valoriza muito esta relação e que gosta muito dela. - disse a mãe.
- Sim, ele é um romântico. Faz-me surpresas todos os meses... - disse eu.
- Pronto, vá já chega! Vamos lá mudar de assunto! - disse o Fábio envergonhado.

A conversa prolongou-se e estava a ser um jantar muito agradável. Os pais do Fábio eram muito simpáticos e pareciam estar a gostar de mim.

3 comentários:

  1. maravilhoso...

    quero mais...

    continua...

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  2. Continua continua Continua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continuaContinua continua pff

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